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	<title>krecke.com.br &#187; Blog</title>
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	<description>comunicação digital</description>
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		<title>&#8220;Thoughts on Flash&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 03:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falando em webdesign, lembro-me de quando comecei a planejar minha transição de sobrinho/entusiasta de desenvolvimento web para uma abordagem mais profissional no assunto. Pensei a respeito de quais linguagens se aproximavam mais das minhas habilidades, quais me trariam satisfação com relação às particularidades no desenvolvimento e design de sites e, principalmente, quais eram as plataformas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_93" class="wp-caption alignleft" style="width: 267px"><a href="http://www.apple.com/hotnews/thoughts-on-flash/"><img src="http://www.krecke.com.br/wp-content/uploads/ipad.png" alt="" title="ipad" width="257" height="119" class="size-full wp-image-93" /></a><p class="wp-caption-text">iPad, o pivô da briga. Ou da evolução.</p></div>
<p>Falando em webdesign, lembro-me de quando comecei a planejar minha transição de sobrinho/entusiasta de desenvolvimento web para uma abordagem mais profissional no assunto.</p>
<p>Pensei a respeito de quais linguagens se aproximavam mais das minhas habilidades, quais me trariam satisfação com relação às particularidades no desenvolvimento e design de sites e, principalmente, quais eram as plataformas, softwares e códigos mais viáveis tanto financeiramente quanto por cultura (aí entram assuntos como open source, comunidades, sintaxe, curva de aprendizado e outros tantos fatores que rendem mais de um milhão de posts. Por agora, irei me restringir à palavra &#8220;cultura&#8221;).</p>
<p>E nessa análise &#8211; relativamente profunda, ao menos para um leigo &#8211; que fiz na época pré-cursos e estudos na área, evidentemente ouvi falar (e muito) do tal do Flash.</p>
<p>&#8220;Porque o action script 3 é a melhor linguagem para RIA&#8221;, &#8220;porque tem integração com XML&#8221;, &#8220;porque todo cliente grande quer conteúdo com animação&#8221; e blá blá blá.</p>
<p>Claro que os argumentos financeiros pesavam, afinal um BOM programador AS3 é algo raro no mercado, e evidentemente os que conseguem se destacar acabam conseguindo um salário que, em comparação a outros designers do meio, é bem acima da média.</p>
<p>Pois é. Tudo indicava que o Flash era um destino quase inevitável para todo bom designer que pretendesse alcançar um patamar elevado.</p>
<p>E assim comecei a trilhar meu plano, que começou com uma desmotivada revisão de HTML, passou pelo CSS, seguiu pelas webstandards, evoluiu para o javascript, conheceu o JQuery, voltou ao CSS, revisou o HTML de novo, se animou com a quinta versão da linguagem de marcação, se esperançou com o CSS3, se sentiu completo e aí estava eu, pronto para dar o próximo passo: AS3.</p>
<p>Foi aí que a coisa, ou melhor, o plano, começou a mudar de figura.</p>
<p>Particularmente, sempre achei o Flash, no mínimo, burocrático. Nunca gostei daquele &#8220;loading&#8221;, aquilo era brochante em tempos de internet lenta, e ainda é para muita gente que não tem acesso ($$) a banda larga de 20 mbits. Nunca gostei dos scrolls (barra de rolagem) de interfaces em flash. Eram estranhas e desagradáveis. Nunca gostei de clicar &#8220;back&#8221; no navegador e ver todo o meu histórico de navegação no menu do SWF ir para o saco, fazendo nascer em mim um misto de preguiça e raiva que só fazia eu esquecer aquele site, e aqueles produtos, e aquela marca, para sempre.</p>
<p>Muito bem. Acho que já deu para perceber que eu não sou aquilo que podemos chamar de fã do plugin mais famoso da web (POGramadores Flash, não se sintam ofendidos, tá bom?), mas a minha opinião e minhas explicações para ficar longe dessa linguagem ganham cada dia mais força.</p>
<p>A camada de comportamento e interação no webdesign evoluiu muito nos últimos anos baseadas em bibliotecas semânticas e bem sucedidas, como o sempre adorado JQuery. E agradeço muito ao fato dessas bibliotecas e demais frameworks de desenvolvimento terem se desenvolvido ao ponto de muitos usuários meso-leigos meso-entusiastas dizerem ao verem um easing ou um fade rodando em javascript: &#8220;é Flash né?&#8221;.</p>
<p>Não, meu querido, não é. Thnx God que não é. Nós, meros mortais das &#8220;simples linguagens de marcação&#8221;, com a utilização de plugins mamão-com-açúcar podemos nos tornar rockstar das animações oportunas, melhorar a experiência do usuário em níveis jamais vistos em websites estáticos e, principalmente, usar nosso velho e bom editor de texto, sem ter de exportar nenhum arquivo SWF e nem ficar preocupado com a versão do plugin instalado na máquina do usuário (qualquer porcaria que não seja IE6, serve).</p>
<p>A nosso favor, temos o Google com o Chrome, a interrupção do suporte ao browser do capeta por redes extremamente famosas como You Tube, temos nossa experta e aberta Raposa de Fogo, temos as escassas memórias RAM dos usuários e nossos horrorosos provedores de banda larga com suas velocidades reais que não chegam a um décimo da velocidade contratada.</p>
<p>Temos isso tudo, e temos a Apple.</p>
<p>Sim&#8230; MEU amigo Steve Jobs deu um murro no estômago do pessoal da Adobe ao simplesmente deixar de lado a linguagem dos caras no próximo grande gadget em vendas: o iPad.<br />
Para quem saca o inglês, vale a pena dar uma conferida:</p>
<p><a href="http://www.apple.com/hotnews/thoughts-on-flash/" title="flash">http://www.apple.com/hotnews/thoughts-on-flash/</a></p>
<p>Coisa linda de G-zus!</p>
<p>O que sempre comentei, argumentei e repeti agora é oficial e saiu da boca de um dos caras mais respeitados da indústria (no meu caso e no de muita gente que está lendo este post, O mais respeitado).<br />
Sim, meus caros. O HTML5 não veio para substituir o Flash, mas veio para fazer com que PAREMOS de usar gambiarras como fazer o embed de vídeo usando a linguagem da Adobe. Chega de SWF Object, chega de reinstalar plugin a cada mudança de navegador. Precisamos de mais tags canvas, mais nth-child e menos class. Isso mesmo. O HTML5 e o CSS3, aliado aos cada dia mais poderosos plugins baseados em javascript, irão suprir 90% dos casos que hoje têm o Flash como única alternativa.</p>
<p>E Jobs não está errado ao taxar toda a forma de desenvolvimento usada pela maioria hoje de &#8220;atrasada&#8221;.<br />
Sim, galera, estamos atrasados. E a Apple mais uma vez nos dá um empurrão nas costas dizendo &#8220;bora&#8221;, porque quem fica pastando parado é gado.<br />
Evolution, Morpheus, evolution&#8230;</p>
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