Agaciel Maia Blog

Agaciel Maia participa do programa Diário Brasil

Postado por Agaciel em 8 dezembro 2011.

Na tarde desta quinta-feira (08/12), o deputado Agaciel Maia, juntamente com o deputado Cláudio Abrantes, participou do Programa Diário Brasil, apresentado pelo jornalista Celso de Marco, na TV Gênesis.

Com participação de telespectadores, diversos temas foram abordados, entre eles a criação da Secretaria de Condomínios, proposta pelo deputado Agaciel Maia, o nome do secretário para o novo órgão, saúde e educação.

Clique AQUI e confira os principais trechos do programa: (mais…)

Deputado Agaciel liberou R$ 77 milhões para as cidades.

Postado por Agaciel em 25 novembro 2011.

O deputado Agaciel Maia destinou R$ 77.754.000,00 para serem aplicados em 2011 e 2012 para melhorias de diversas cidades do DF.

Esporte, arte, cultura, infraestrutura, obras e saúde são áreas que estão sendo contempladas.

Confira, abaixo, alguns projetos e obras que já estão sendo executadas neste ano e outras previstas para o ano de 2012, que vão beneficiar moradores das cidades de: São Sebastião, Planaltina, Águas Claras, Itapoã, Núcleo Bandeirante, Taguatinga, Paranoá, Ceilândia, Riacho Fundo, Cruzeiro, Santa Maria, Brasília, Riacho Fundo II e Gama. Recursos foram disponibilizados também para o Zoológico, secretarias de Esporte, Cultura, Transporte, Turismo, Meio Ambiente, Obras, Trabalho e Polícia Militar. 

 

Mais saúde para Nova Betânia

Postado por Agaciel em 30 agosto 2011.

A reativação do Posto de Saúde da Colônia Agrícola Nova Betânia, localidade próxima a cidade de São Sebastião, é uma das prioridades da população.

Para tanto, o deputado Agaciel Maia apresentou no primeiro semestre deste ano, Indicação sugerindo ao Poder Executivo a reativação do posto.

Em junho, a proposta foi aprovada na Comissão de Educação e Saúde (CAS) da Câmara Legislativa e encaminhada ao Executivo para as providências.

De acordo com ofício recebido da Secretaria de Saúde, haverá ampliação do atendimento através do Atenção Primária a Saúde e já existe em funcionamento uma equipe do Saúde da Família, atendendo a comunidade de Nova Betânia no Posto de Saúde rural situado na DF-140, km 7,5.

Deputado Agaciel defende enfermeiros durante sessão solene na Câmara

Postado por Agaciel em 12 maio 2011.

               

O deputado Agaciel Maia participou da sessão solene em homenagem ao Dia do Enfermeiro. O evento aconteceu no auditório da Câmara Legislativa, na manhã desta quinta-feira (12/05) e contou com a presença de diversos profissionais da área.

“Como presidente da Comissão de Orçamento e Finanças (CEOF), tive a felicidade de aprovar um crédito suplementar de R$ 27 milhões para a saúde”, ressaltou em seu discurso, o deputado, lembrando também a aprovação de todas as proposições que tramitavam na Comissão para contratações dos concursados.

De acordo com o deputado Agaciel, o Plano de Saúde do Senado Federal contou com sua contribuição, tanto na elaboração quanto na implantação e reúne hoje os profissionais de enfermagem mais bem pagos do Brasil. “Faço o compromisso de estar ao lado da categoria para que esta Casa e o Congresso Nacional aprovem todos os projetos que venham beneficiar tanto a categoria quanto a área de saúde”, disse.

A data comemorativa do Dia do Enfermeiro foi instituída no Brasil em meados dos anos 40 em homenagem a dois grandes personagens da enfermagem: Ana Nery, brasileira e a primeira enfermeira a se alistar voluntariamente em combates militares, e Florence Nigthingale.

Durante a sessão solene, houve treinamentos, oficinas e cursos.

Reunião sobre projetos relacionados à saúde no DF.

Postado por Agaciel em 8 fevereiro 2011.

O Deputado Agaciel Maia, entre outros deputados distritais e técnicos da Casa e do GDF, além de representantes de concursados, reúniram-se para debater os projetos relacionados a saúde no DF.


Enchentes no Nordeste: é necessaria a solideriedade do governo e dos brasileiros

Postado por Agaciel em 29 junho 2010.

Os estados afetados precisam, e merecem, de nossa solidariedade

País essencialmente generoso por natureza com um povo que não deixa de ajudar ao próximo, vive o Brasil nos dias de hoje uma tragédia ambiental na região mais sofrida de seu território, o nordeste, e por ironia do destino, causada por chuvas.

Região conhecida e sofrida pelas secas vive neste momento as agruras de uma enchente sem precedentes que assola os estados do Pernambuco e Alagoas, onde muitas vidas foram ceifadas e milhares de desabrigados e desalojados surgem a cada dia que aparece, aumentado não só os números mais a perplexidade de todos nós.

Para se ter uma idéia, até 17 de junho caíram nos dois estados 320mm de água, número muito superior ao esperado para a região.

Em Alagoas, 26 municípios foram atingidos, sendo que 15 se encontram em estado de calamidade pública, 3 em situação de emergência com 26.441 desabrigados, 47.687 desalojados, além de 29 óbitos.

Em Pernambuco 54 cidades foram atingidas, 30 estão em situação de emergência, 09 em estado de calamidade pública, 17.809 pessoas estão desabrigadas, 25.552 desalojadas além de 13 mortas, segundo dados da Secretaria Nacional de Defesa Civil.

União dos Palmares em Alagoas foi o município mais atingido até agora com 55 mil pessoas atingidas diretamente e 9.000 desabrigados.

Murici, cidade também alagoana possui o maior número de desalojados com 10.000 pessoas até o momento.

Diante desse quadro devastador, temos a necessidade de enviar a esses estados colchões, toalhas de rosto e banho, cobertores, travesseiros, lençois e fronhas, além de alimentos não perecíveis e água potável.

Neste momento em que todo o povo brasileiro se volta para a jornada esportiva na África do Sul, é necessário também que voltemos nossas atenções para nossos irmãos nordestinos que sofrem neste momento com esse desastre natural que ali ocorre.

O povo deve se organizar para enviar aos necessitados do Pernambuco e Alagoas víveres e calor humano, mas cabe também ao Governo Federal fazer a sua parte autorizando a liberação de recursos para a reconstrução de cidades atingidas pelas enchentes.

É preciso que nos organizemos e encaminhemos aos nossos irmãos a ajuda necessária para diminuir a dor e o sofrimento de nossos nordestinos muitas vezes nossos conterrâneos que sofrem calados e em muitos casos assim permanecem mesmo tendo necessidade.

É hora de mudança, é hora em que todos devemos nos juntar para ajudar aos nossos patrícios.

Aqui no Distrito Federal é preciso que se faça uma corrente de solidariedade para atender as necessidades de alagoanos e pernambucanos e essas ações devem partir de todos nós.

Vamos juntos fazer uma corrente pra frente para ajudá-los enfrentar mais esse castigo àquele povo forte e heróico amenizar tamanho flagelo.

Como disse, é hora de mudanças, e mudanças só chegam até nós com atitudes.

Quando não se contratam menores aprendizes, são construídos hospitais do crack

Postado por Agaciel em 10 junho 2010.

O consumo da droga destrói o futuro de jovens e famílias

O Rio de Janeiro está criando em seu território o que já se denomina Hospital do Crack, tendo em vista o tamanho do consumo da droga que mata da semana para outra o futuro dos jovens e dizima famílias inteiras.

Não se pode deixar de dar credibilidade a tal criação, pois todas as ações de combate ao uso de drogas é de se parabenizar mesmo sendo elas desesperadas.

Tal medida deve ser observada de perto, e antes mesmo de ser implantada, merece algumas considerações:

A disseminação das drogas cresce rapidamente no país tendo em vista a escalada das ações criminosas do tráfico, as quais, por pura e simples falta de políticas públicas para nossos jovens, tais como incentivo à cultura, esporte e formação de mão de obra qualificada com a respectiva inserção no mercado de trabalho, poderiam diminuir sensivelmente os problemas com as drogas, evitando que nossos jovens fossem os pacientes desses hospitais.

Aqui no Distrito Federal já utilizamos a metodologia da formação de mão de obra qualificada e sua inserção no mercado de trabalho, como forma de minimizar as mazelas de jovens de classes menos abastadas, e seu conseqüente sucesso em uma atividade laboral, quando nos encontrávamos no Senado Federal.

Milhares de jovens foram formados como gráficos de alta tecnologia, tendo eles idade entre os 14 e 18 anos, os quais em horário contrário ao dos estudos, aprendiam, durante 4 anos ininterruptos, o ofício gráfico e, muitos desses, hoje exercem suas atividades até mesmo fora do DF, mas sempre ponteando suas atividades.

Hoje, pensamos em instalar um programa tão importante como esse em todo Distrito Federal, buscando os jovens em todas as Administrações Regionais, de acordo com a quantidade de indivíduos nessa faixa etária em cada cidade.

Cada participante receberá durante o período de formação, um salário mínimo de bonificação, para que possa se manter e, também aprender o manuseio de numerário se organizando financeiramente e se preparando para o futuro, quando poderá vir a ser um chefe de família.

Tomando como parâmetro nossa maior cidade satélite, a Ceilândia, poderíamos ter naquela região cerca de 10 mil jovens sendo atendidos pelo programa e por conseguinte, chegaríamos a aproximadamente 280 mil atendidos em todo o Distrito Federal, com um custo estimado em cerca de 142,8 milhões nessa atividade essencialmente preventiva e de cidadania.

Esses recursos seriam advindos do Fundo Constitucional do DF e do PRONASCI, que é o Programa Nacional de Segurança Pública Cidadã do Ministério da Justiça que tanto necessita de projetos voltados para a população jovem na área de prevenção à criminalidade.

Com essas ações, uma menor quantidade de adolescentes ingressariam no mundo do crime, teríamos uma melhor qualidade de vida e menos criminosos e usuários de drogas nas nossas ruas, formaríamos cidadãos mais bem estruturados emocionalmente e diminuiríamos consideravelmente o número de pacientes dos Hospitais do Crack.

Brasília e nossos jovens não merecem tamanho castigo.

Os caminhos da saúde

Postado por Agaciel em 10 junho 2010.

Os profissionais de saúde devem ser mais valorizados

Com grande alarde, o Governo do Distrito Federal anunciou nesta segunda-feira (07/06), a contratação de aproximadamente 300 profissionais da área de saúde para atuar nos diversos hospitais do DF.

Esses profissionais, a grande maioria de médicos, foram aproveitados do concurso público realizado em 2007 e vão receber um salário bruto mensal de R$ 3.726,61 por 20 horas semanais de trabalho.

A falta de interesse dos médicos pela posse na Secretaria de Saúde é tamanha, na medida em que foram convocados por esta Secretaria mais de 500 operários da saúde, mas a parcela que se apresentou foi muito inferior ao esperado.

Em algumas especialidades, menos da metade das vagas ofertadas foram preenchidas, o que deixa uma quantidade enorme de cargos a serem ocupados tanto para o momento atual quanto para o futuro.

Existem hoje, mais de 20 mil pessoas na fila de espera por cirurgias na rede pública de saúde, e, ao que parece, não será agora que o problema se resolverá.

Custeada pelo Fundo Constitucional do Distrito Federal, a saúde pública da Capital já foi referência nacional, entretanto, neste momento padece de uma atenção maior, para que possa atender aos necessitados com eficiência e zelo.

O que vemos, hoje em dia, são hospitais lotados com pacientes deitados sobre lençóis ou colchões, na grande maioria alojados nos corredores das unidades hospitalares.

Vemos ainda o desestímulo de jovens que se formam em medicina mas que não terão um salário digno, um salário que represente a importância da profissão que salva vidas diariamente.

Além dos médicos, existem também os outros profissionais de saúde, estes também estão jogadas à própria sorte em termos salariais, os planos de carreira não saem do papel, o que faz com que seus proventos sejam ano a ano deteriorados.

É importante que se implante políticas públicas que efetivamente possam estimular os profissionais da área de saúde no DF, políticas essas de valorização do servidor com cursos de especialização, um plano de carreira decente e um atendimento médico compatível com sua importância funcional.

O que vemos atualmente, é que os profissionais de saúde utilizam do artifício de trabalharem em hospitais para serem atendidos, o que infelizmente não garante a atenção devida para esses profissionais, porquanto, tem servidores que passam até seis, sete meses esperando procedimentos que em tese deveriam ser de simples resolução.

É preciso que haja organização e uma administração eficiente para que nossos profissionais de saúde atendam a população com dignidade, mas antes, necessário se faz dar o mesmo tratamento àqueles que são os responsáveis pelo atendimento médico hospitalar da população do Distrito Federal.

Dia mundial sem tabaco

Postado por Agaciel em 31 maio 2010.

Diga não ao cigarro

Por muitos e muitos anos, foi o cigarro sinônimo de sucesso pessoal, seja nas atividades laborais, sentimentais, esportivas e culturais.

Verdadeiro terror das doenças respiratórias e cardiovasculares, o cigarro vem ao longo dos anos dizimando os que dele fazem uso assim como os que estão ao seu redor, os chamados fumantes passivos.

No Brasil, temos hoje aproximadamente 200 mil mortes por ano, o que vale dizer que 23 pessoas morrem a cada hora em conseqüência da utilização do cigarro seja direta ou indiretamente, além do que pode provocar mais de 50 tipos de diferentes doenças.

As doenças cardiovasculares e o câncer são as principais causadoras dos óbitos em decorrência da utilização do cigarro no Brasil, sendo que o câncer no pulmão é de longe a primeira causa mortis. Apenas 6,7% dos casos de câncer de pulmão não estão relacionados ao uso do cigarro, porquanto, 90% ocorrem em fumantes e 3,3% em fumantes passivos.

Na maioria das vezes, o cigarro também leva à morte através de doenças coronarianas, bronquite, enfisema, além de outros tipos de câncer como o de boca, laringe, faringe, pâncreas, rim, bexiga e outros, e, mesmo não levando o fumante à morte, pode levá-lo a impotência sexual no homem, complicações maternas e fetais na gravidez, trombose vascular, podendo chegar à amputação de extremidades e membros inferiores.

O cigarro não afeta apenas as pessoas que o utilizam. Os não-fumantes expostos à sua fumaça também são vítimas de seus malefícios, vez que absorvem nicotina, monóxido de carbono e outras substâncias contidas no cigarro, charuto ou cachimbo, quase sempre da mesma maneira dos fumantes, sendo que a quantidade de substâncias tóxicas absorvidas dependem da extensão e da intensidade da exposição.

Na Brasil, já há algum tempo, as autoridades sanitárias se preocupam com a utilização do cigarro e seus malefícios, e já surgem leis que visam coibir a utilização desse produto em espaços públicos, e proíbem a propaganda e publicidade de derivados do fumo em revistas, jornais, televisão, rádio e outdoors, bem como o patrocínio de atividades esportivas e culturais pela indústria do tabaco.

Dados do Banco Mundial indicam que a indústria tabaqueira gera uma perda de 200 bilhões de dólares por ano, como a sobrecarga do sistema de saúde, mortes precoces de cidadãos em idade produtiva, aumento dos índices de aposentadoria precoce, e outros fatores, dos quais a principal é a diminuição da qualidade de vida do fumante e de seus familiares.

A Organização Mundial de Saúde criou o Dia Mundial Sem Tabaco, comemorado no dia 31 de maio, e a data é respeitada pelos 191 países membros da organização. Com isso, ela pretende sensibilizar a comunidade de uma maneira em geral sobre os malefícios causados pelo consumo dos produtos derivados do tabaco, além de divulgar e relembrar as leis que restringem a utilização do uso do tabaco.

Os tempos são novos, e a qualidade de vida vem com medidas por nós mesmos tomadas em benefícios inclusive do meio ambiente, precisamos nos conscientizar de que a utilização do tabaco e seus derivados não nos leva ao glamour antes trazidos nos comerciais de TV, rádios e jornais, mas sim aos malefícios das diversas doenças que podem nos levar à morte.

Os problemas na saúde do DF

Postado por Agaciel em 19 maio 2010.

Dar incentivo aos profissionais é uma das formas de melhorar a saúde no DF

O descaso com a saúde no Distrito Federal tem vitimado aqueles que procuram por algum motivo a rede hospitalar pública da capital do país.

O que se observa é a pura e simples falta de planejamento administrativo para que os serviços prestados pela Secretaria de Saúde tenham um mínimo de resultado positivo.

Os médicos dizem que ganham muito pouco, os concursos abertos não chegam a suprir as vagas existentes, vez que eles dizem que ganham em determinadas cirurgias o que recebem durante um mês, daí a preferência pela iniciativa privada.

Faltam equipamentos como tomógrafos, aparelhos de raio X, remédios, reagentes químicos, luvas e outros equipamentos cirúrgicos, manutenção nos equipamentos e a desculpa das autoridades é sempre a mesma, fizemos a licitação e estamos aguardando o seu resultado, mas, principalmente falta gestão pública.

É necessário profissionalizar a rede pública hospitalar. Já temos no Distrito Federal um hospital público que serve de exemplo para todo o país que é o Hospital Sarah Kubitschek, então devem os operadores administrativos da saúde brasiliense, se espelhar na administração tocada pelo Dr. Aloysio Campos da Paz, por qual motivo não seguir o modelo de gestão daquele nosocômio?

Para que se possa melhorar a prestação dos serviços médicos na Capital Federal, necessário se faz a criação de uma política de incentivo aos profissionais da saúde criando-se mecanismos salariais que os faça vestir a camisa da população e por conseguinte, passem a cumprir bem o seu papel, fazendo num primeiro momento, cumprir a Lei 1.518/97, que determina a fixação do nomes dos plantonistas da unidade socorrista dos hospitais da capital, afinal, o paciente precisa saber quem o está atendendo.

A população e o corpo de funcionários da saúde pública do DF esperam uma melhor administração e um melhor planejamento para que todos tenhamos saúde.

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