Agaciel Maia Blog

Batizado

Postado por Agaciel em 24 dezembro 2011.

Deputado Agaciel Maia participou neste sábado (dia 24), do batizado do seu segundo neto Pedro Maia. O Batizado foi celebrado pelo Padre Abdon, na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, do Lago Sul.

Reunião realizada no Gama-DF.

Postado por Agaciel em 11 setembro 2010.

Agaciel discursa em reunião.

Famílias do DF abrem as portas para Agaciel Maia.

Diga não ao racismo

Postado por Agaciel em 5 julho 2010.

Somos todos iguais, e não podemos nos diferenciar pela cor da pele

Fala-se muito sobre ações afirmativas. Mas é preciso entender o que significam tais ações para boa parte da população afrodescendentes brasileira. Em 2001, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira universidade a implantar o sistema de cotas para viabilizar o acesso ao ensino superior através de seu exame vestibular. Nesses oito anos, dezenas de outras universidades públicas e privadas alteraram seus exames seletivos para incorporar os critérios raciais – em muitos casos aliados a critérios de renda – no acesso à universidade, permitindo incorporar efetivamente um maior número de estudantes negros ao ensino superior.

Em 2004, por meio da criação do Programa Universidade para Todos (Prouni), o governo federal iniciou um grande programa de inclusão de estudantes negros ao ensino superior, que concede bolsas de estudo a alunos negros, indígenas e de menor renda – entre outros grupos – que ingressem em instituições de ensino superior privadas. É já comprovado que o Prouni resultou em inclusão numérica significativa de estudantes que há bem pouco tempo talvez nem considerassem minimamente factível a possibilidade de ingressar no ensino superior.

Resultados decepcionantes

É bem conhecida a dificuldade dos estudantes negros ingressarem no ensino superior, principalmente nas universidades públicas. E não se trata de questões falaciosas como inteligência inferior ou mesmo desinteresse para com a própria educação e o aperfeiçoamento profissional. É, sim, resultante da colheita de muitas desvantagens que vitimaram estes indivíduos ao longo de sua vida. Existe aqui um componente histórico (e grave) de exclusão social. A aplicação de uma política de cotas para universidades públicas pode ser entendida como sinalização bastante positiva para alterar este quadro. Por outro lado defender a inutilidade das cotas ou simplesmente sua extinção significa o mesmo que apostar na manutenção do status quo: pessoas historicamente marginalizadas, excluídas, continuarão a não ter acesso a escolas de qualidade e, em conseqüência, estarão sumariamente excluídas de empregos com boa remuneração.

Antes de tudo devemos ter em consideração que a ciência tem buscado exaustivamente definir as raças que compõem nossa espécie. Após reconhecer que medir o diâmetro de crânios, braços, pés constituíam trabalho muito complicado para a definição de uma raça, com o progresso da genética os antropólogos observaram que através de algumas gotas de sangue era possível referenciar as coleções de genes, mas chegaram à conclusão que existem quatro grupos sanguíneos e esses quatro grupos se encontram em todo e qualquer grupo racial.

Posteriormente foram definidos outros sistemas: Rhesus, MNSs, Duffy, Diego, GM e ainda o HL-A. Utilizando todos esses sistemas, os cientistas chegaram à conclusão que devido à multiplicidade de informações recolhidas a classificação em grupos homogêneos tornava-se extremamente difícil. A opção então recai para o método estatístico, segundo os genes que são específicos de cada grupo. Chegamos ao ponto: sendo a cor negra característica da raça negra, buscaram-se então os genes “marcadores” responsáveis pela cor da pele. Os resultados foram também decepcionantes: os genes não são específicos a uma ou duas raças e as conclusões apontaram para o fato de que todas as populações têm mais ou menos os mesmos genes.

Diversidade humana

Chegam então os biólogos e imaginam uma medida chamada “distância genética”. Esta distância é tanto maior quanto maior for a diferença entre os patrimônios genéticos de duas ou mais populações comparadas. A conclusão é clara: a humanidade não pode ser classificada em raças pela simples comparação dos patrimônios genéticos, chegando François Jacob, prêmio Nobel de Biologia, a afirmar categoricamente: “O conceito de raça é, para nossa espécie, não operacional”. Jacob não fica solitário nessa declaração. O duplamente premiado com o Nobel de Medicina e de Psicologia Jean Dausset declara que “a idéia de `raça pura´ é um contra-senso biológico.”

Se considerarmos a afirmação de muitos expoentes da ciência, de que não existem raças, no entanto, temos que conviver com este pernicioso defeito de nossa civilização: o racismo existe! É patético então encontrar alguém racista, se não existem meios científicos que elabore a distinção de raças? O geneticista e escritor francês Albert Jacquard afirma que “na verdade, temos medo do desconhecido, de encontrar alguém que não seja nosso semelhante, este medo, por sua vez, transforma-se em agressividade e ódio e assim nasce o racismo”. Fruto do medo e do ódio aos que achamos ser nossos “dessemelhantes”. E a cada vitória do medo e do ódio corresponde uma derrota para a Humanidade como um todo. Aliás, é bom reter a lição do físico Albert Einstein que, ao preencher o formulário da imigração nos EUA, escreveu “raça humana”.

E no Brasil de 2010, um país urbano, ainda podemos encontrar, em alguns cadernos de classificados dos grandes jornais, anúncios do tipo: “Moça branca oferece serviços como auxiliar de escritório”.

A verdade é que a luta contra o preconceito racial precisa ser encarada. É uma luta a favor do respeito aos direitos humanos. É uma luta por justiça. E o primeiro passo é reconhecer que o preconceito de cor existe, coisa que bem poucos assumerm. Finalizo ressaltando duas questões de uma pesquisa realizada pela antropóloga Lilia Schwarcz, autora de O Espetáculo das Raças:

(1) “Você é preconceituoso?”, 99% responderam “não”; e (2) “Você conhece alguém preconceituoso?” 98% responderam “sim”.

Agricultura familiar

Postado por Agaciel em 19 junho 2010.

Responsável por grande parte da produção do DF, a agricultura familiar sustenta mais de 4.500 famílias

Base que alicerça a todos, a família é que nos traz a força necessária para suportarmos as agruras que surgem diante de nós, bem como colher os bons frutos que aparecem em nossas vidas.

Assim, como não poderia deixar de ser, e para nossa subsistência é a agricultura familiar, responsável por grande parte da produção de hortifrutigranjeiros que no Distrito Federal dão sustentação a mais de quatro mil e quinhentas famílias.

Neste domingo (20/06) encerra-se na Concha Acústica a 7º Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que como diz o próprio nome, apresenta o produto da agricultura familiar.

No DF, apesar dos bons resultados nesse campo, o Estado não dá condições para que esse tipo de trabalho seja desenvolvido com a devida importância.

Vemos que o que falta mesmo é um incentivo por parte do Estado para que essa parcela produtiva possa desempenhar com maior eficiência e produtividade esse trabalho que já trás bons resultados em todo país.

Sendo um dos maiores produtores da chamada agricultura familiar do país, já não é sem tempo que o GDF faça algo para minimizar os problemas dos pequenos agricultores responsáveis por grande parte do abastecimento local de hortaliças, grãos e outros produtos.

No DF, existem apenas duas cooperativas e, ao que parece, não existe um incentivo para que esses trabalhadores/produtores se organizem visando um lucro e produtividade maior.

Com um movimento esperado de cerca de R$ 6 milhões em negócios na feira que ora se realiza, é preciso que se crie políticas de incentivo para esses pequenos produtores, e isto só pode ser feito com boa vontade do governo local e até mesmo do federal que poderá investir abrindo linhas de crédito, financiando máquinas e outros equipamentos que irão incrementar ainda mais a produtividade.

Não é possível desprezar um público de cerca de 100 mil pessoas num evento de apenas cinco dias, uma quantidade de pessoas dessa, mostra a força de nossa agricultura familiar, aquela que produz em pequena quantidade, mas com a qualidade suficiente para que o consumo seja alto e de rentabilidade

É a nossa vontade, que esse tipo de atividade seja bem explorado por moradores do DF em cidades como Brazlândia, São Sebastião, Sobradinho, Planaltina, Taguatinga, Gama, enfim, nas mais diversas regiões administrativas onde existe a exploração da agricultura familiar.

Com incentivo, certamente a produção irá melhorar, famílias terão uma maior rentabilidade e o brasiliense com certeza terá uma mesa mais farta por preços mais módicos.

Bom para todos os seguimentos da sociedade, a agricultura familiar no DF apesar de ser uma das melhores do país com certeza muito tem a melhorar com a criação de condições favoráveis ao seu implemento.

Sobre a (in)segurança pública no DF

Postado por Agaciel em 21 maio 2010.

Santa Maria: crescimento dos índices de violência nos últimos anos

Há muito recebemos diariamente através dos mais variados meios de comunicação e até mesmo visualmente, que a insegurança está tomando conta da Capital Federal.

O que vemos é que as estratégias levadas a termo pelos órgãos de segurança pouco ou quase nada fazem para diminuir um problema que nos aflige diariamente e que parece sem solução.

Estudos divulgados pela própria Polícia Civil demonstram um recrudescimento de um doa crimes que mais abalam a todos nós, o roubo.

Nas saídas de bancos, esse tipo de crime aumenta nas Regiões Administrativas mais distantes como Ceilândia, onde houve um crescimento de 37% em relação a 2009, se comparados os números dos primeiros três meses do ano.

Aumento nos índices também ocorreram nas cidades de Planaltina, São Sebastião, Recanto das Emas, Guará, Santa Maria, Samambaia e Gama, sendo que só a título de exemplo, na cidade de Santa Maria, observados os números entre os anos de 2004 e 2010, houve um crescimento na ordem de 600%.

Uma determinada Autoridade Policial credita o aumento no número de crimes de assalto ao processo de urbanização e o aumento da qualidade de vida, porquanto ocorreram mudanças em todas as cidades e elas estão em crescimento.

Ora, infeliz a tese desse operador da Segurança Pública, realmente ocorreu um aumento na qualidade de vida do cidadão, entretanto, proporcionalmente a esse aumento, deveria ter ocorrido um aumento na qualidade prestada pelos profissionais da segurança pública aos moradores do Distrito Federal.

Primeiramente, necessário se faz que haja investimento no trabalhar policial, que se ofereça condições técnicas para o desenvolvimento de seu trabalho e que a população receba efetivamente essa prestação de serviço.

O que vemos atualmente, são postos policiais que foram criados para que fosse cumprida uma promessa de campanha e que na realidade pouco ou quase nenhum efeito causam no combate à criminalidade.

Ao que tudo indica, esses postos fixos não surtem os efeitos desejados, ou seja a prevenção, as unidades contam com poucos policiais e faltam equipamentos , portanto, necessário se faz que se dê mobilidade ao policial para que possa estar no meio onde possivelmente poderá ocorrer o crime, necessário se faz que haja uma interação entre o policial e a população, moradores, trabalhadores, freqüentadores das diversas localidades.

Aí sim, nesse caso, certamente teremos um trabalho mais eficiente no combate à criminalidade.

Há que se ressaltar também a falta de políticas preventivas, a falta de programas e projetos que retirem das ruas nossos jovens que hoje em dia são cooptados por traficantes e outros criminosos.

Esses jovens, sem nenhum horizonte visível, facilmente aderem ao crime, então o governo co-responsável pelos primeiros atos infracionais por eles praticados e após os crimes quando chegam à maioridade penal.

É preciso que se incentive através de programas sociais a capacitação profissional, através de ações da própria Secretaria de Segurança Pública, verbas para tal existem, o Ministério da Justiça já vem disponibilizando esses recursos através do Plano Nacional de Segurança Pública Cidadã – PRONASCI esses recursos tão importantes.

Mas, para que isso ocorra, primeiramente é preciso mudar a mentalidade dos operadores da segurança, é preciso qualificá-los para o exercício da polícia cidadã, voltada para as reais necessidades do povo e não só da pura e simples repressão.

Agindo dessa maneira, aí sim teremos uma diminuição considerável nos números das ocorrências policiais, aí sim teremos uma população confiante em seus segmentos da segurança e portanto uma qualidade de vida melhor.

É o que esperamos.

Sobre agressões e violência sexual contra crianças e adolescentes

Postado por Agaciel em 18 maio 2010.

Violência praticada contra crianças: basta!

Na data de hoje, 18 de maio, comemora-se o Dia Nacional de Luta Contra o Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Esta data foi escolhida, tendo em vista o rapto ocorrido no estado do Espírito Santo em 1973 da menina Araceli Sanches, então com 8 anos de idade e foi criada pela Lei Nº 9.970/00.

Diversas entidades da sociedade civil se reúnem hoje para discutir e alertar à população causas e conseqüências desse crime bárbaro e hediondo, que assola crianças de todas as classes sociais, e tem como autores os mais diversos tipos de pessoas, quais sejam, pais, tios, tias, religiosos e outros elementos da sociedade.

O crime geralmente é silencioso na medida em que é praticado por alguém próximo à vítima, e em muitos casos, o próprio autor já foi vítima de tal situação, tratando-se de pessoa narcisista, ou sem apoio da família.

Para que se tenha um efetivo combate a esse tipo de delito, necessário se faz com que os pais, familiares incentivem a denúncia desse crime e que as vítimas não se acanhem em comentar que foram molestadas com colegas, professores, os quais, ao tomar conhecimento da prática delituosa, deverão procurar as autoridades competentes para que se possa tomar as medidas cabíveis.

Outras entidades ou órgãos governamentais também podem ser procurados, quais sejam, as Delegacias de Polícia, o Ministério Público, os Conselhos Tutelares e as Redes de Proteção à Saúde, das diversas Secretarias de Saúde espalhadas pelo país.

Necessário se faz também o diálogo aberto entre pais e filhos, entre tutores e as crianças a eles responsabilizadas, mostrando a elas que devem falar sobre qualquer tipo de assédio ou situação de molestamento que venham porventura a sofrer, indicando na oportunidade, o autor que, como dito, é pessoa próxima à vítima.

Nesse contexto, temos aqui que ressaltar o trabalho feito pelo idealizador da CPI da Pedofilia, Senador Magno Malta, o qual tem rompido barreiras nos mais diversos cantos não só do Brasil, mas do mundo, momento em que nos unimos a tão essencial campanha, porquanto são nossas crianças o que temos de melhor no país.

Na quarta-feira, (12/05), estivemos presentes na palestra proferida pelo ilustre Senador, no auditório do Sesc do Gama, de iniciativa da Regional de Ensino do Gama, com apoio irrestrito deste blog.

O que queremos com tais iniciativas, é mostrar à população, sociedade civil organizada, mestres e educadores que devemos ter o compromisso com nossas crianças, com nossos adolescentes trabalhando para a diminuição desse crime tão nefasto que nos vitima a todos.

Estamos buscando dar um maior apoio a essas ações com palestras, divulgação em nosso blog, confecção de panfletos explicativos que venham incentivar a população e vítimas a denunciar esses abusos.

Somente em 2009, 425 denúncias foram feitas junto a Polícia Civil do Distrito Federal, achamos que esses números podem e devem crescer, é necessário que se instale uma rede para o combate efetivo das ações criminosas desses elementos que muitas vezes entram em nossas residências, tirando a tranqüilidade e a inocência de nossas crianças.

Sabemos da existência de um projeto do Governo do Distrito Federal de Enfrentamento à Violência e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, mas, infelizmente, desde 2005 quando foi criado não foi efetivamente posto em prática.

É hora de colocá-lo em prática, e contando conosco, tais ações certamente mais vitoriosas serão, vamos pois todos nos agregar à luta contra a violência e exploração sexual de nossas crianças e adolescentes.

Que todos possuam um trabalho decente…

Postado por Agaciel em 1 maio 2010.

Um bom dia do trabalhador a todos

É uma data que convida a que pensemos sobre as características do emprego e renda no Brasil. Sabemos da grande massa de trabalhadores subempregados, outra quantidade de empregos informais e também o índice mensal de 7,25% de desmeprego que o Brasil apresenta. Há que se promover o trabalho decente. E trabalho decente deve ser condição fundamental para a superação da pobreza, a redução das desigualdades sociais, a garantia da governabilidade democrática e o desenvolvimento sustentável.
Entendo por trabalho decente aquele trabalho adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna.
Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.
Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram,
resultando na morte de diversos manifestantes.
As manifestações e os protestos
realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o
dia 1° de maio como feriado nacional.
Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nesta data.
Deve ser destacado que Getúlio Vargas criou, no Estado Novo, a Justiça do Trabalho, no dia 1 de maio de 1939, pelo decreto-lei no. 1.237. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.
Feitas estas considerações históricas, devo ressaltar que nos últimos seis anos o Brasil entrou em um ciclo produtivo forte, e sou levado a crer que, mesmo com a crise internacional, o Brasil dispõe de solidez para continuar crescendo na adversidade e pelos próximos 10 anos. Semana passada o Ministério do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, informou que em 2010 geraremos mais de um milhão de postos de trabalho e que
nosso PIB irá crescer acima dos 2%, contrariando economistas pessimistas, que mesmo diante dos números positivos, insistem em dizer que o Brasil está no fundo do poço.
Ainda não estamos no melhor dos mundos. Mas que estamos a caminho, estamos.

Dia das mães: comemorações e reflexões

Postado por Agaciel em 29 abril 2010.

Mulher: ser-humano fundamental que gera a vida

Forte por natureza, a mulher, vem ao longo dos anos demonstrando sua capacidade de superação em todos os obstáculos que lhe são apresentados no decorrer de sua vida, quais sejam na administração do lar, nas atividades de trabalho, lazer, estudo e saúde.

A mulher, que, segundo a bíblia é o pilar de sustentação emocional do lar, pois a sábia edifica a vida não só do marido como também dos filhos, carece de uma atenção maior por parte das autoridades de um modo geral, para que recebam mais atenção do Estado que hoje praticamente não se preocupa com essas verdadeiras heroínas.

Quando se fala da saúde da mulher, primeiramente vem às nossas cabeças um problema que é tabu para muitas brasileiras, ou no mundo inteiro, o qual, por falta de informação faz a cada dia mais e mais vítimas.

Tal problema é conhecido como o câncer de mama, produto do crescimento desordenado de algumas células do corpo humano, os quais chegando a um determinado volume, podem levar a pessoa à morte, vez que com o diagnóstico tardio, o tumor gerado pelas células contaminadas cresce causando então a doença.

A doença chega silenciosamente e ataca pessoas de idades diferentes, desde jovens a idosas. Uma iniciativa que ajuda a identificação do problema, é o autoexame, e, segundo dados estatísticos, cerca de 95% dos casos de descoberta no início, tem condições de cura.

Para isto, necessários são além dos autoexames, outros tipos prescritos pelos médicos como a mamografia.

A adoção de uma vida saudável, como o não consumo do álcool e do fumo, seguida de uma alimentação balanceada, pode ajudar a diminuir a incidência da doença.

Outro mal que assola nossas batalhadoras, é a chamada doença silenciosa, conhecida também como osteoporose, doença que se instala na mulher enfraquecendo-lhe os ossos, e que ataca cerca de 75% dos casos de registro da doença, vez que também ataca pessoas do sexo masculino.

A doença chega principalmente após a menopausa, mas também ataca pessoas na premenopausa, com ciclos menstruais irregulares, de etnia branca, baixa ingestão de cálcio e vitamina D e cálcio, excesso de atividade física entre outros.

A doença é diagnosticada através de um exame chamado Densitometria Osséa e pode ser tratada com a reposição das substâncias escassas no organismo.

Citando essas duas patologias, queremos aqui demonstrar a todas a mulheres, a nossa preocupação com essa parcela da população que às vezes está tão esquecida ou desvalorizada, buscando apresentar políticas públicas que efetivamente tragam benefício às nossas companheiras, voltadas para a valorização que muitas vezes é deixada de lado pelo Estado que tem o obrigação de cuidar dos seus entes.

Ora, a busca de uma vida saudável passa efetivamente por uma melhoria na qualidade de vida, aumento da auto estima, criação de programas de saúde voltados exclusivamente para as mulheres, além do lazer e a prática de atividades esportivas com freqüência.

Tais fatores são prepoderantes para se evitar que doenças após um diagnóstico rápido, sejam tratadas adequadamente e surtam os efeitos desejados no seu combate.

São as mulheres, as responsáveis pelo bem maior que possuímos que é a vida, elas nos trazem ao mundo, demonstrando todo amor, carinho, cuidado e zelo em todos os nossos momentos.

A mulher se realiza em sua plenitude com a chegada da maternidade, é a responsável por todos os seres integrantes da sociedade, dentre eles, os nossos governantes, parlamentares e membros julgadores da sociedade.

Responsável por ditar os rumos da sociedade com a maternidade, é a mulher o elemento principal da cadeia da vida, e uma forma de homenageá-la, é reconhecer o seu papel na sociedade, buscando a criação e políticas que passem a dar dignidade a quem nos dá a vida.

Dia 17 de abril – Dia Internacional da Hemofilia

Postado por Agaciel em 16 abril 2010.

A rainha Vitória era uma portadora da Hemofilia

O dia 17 de abril foi escolhido para comemorar o “Dia Internacional da Hemofilia” por celebrar o nascimento do fundador da Federação Mundial de Hemofilia – Frank Schnabel. Nascido em 1926, portador de hemofilia A grave, Frank Schnabel lutou incansavelmente em prol da melhoria da qualidade de vida dos hemofílicos. Seu legado de dedicação e amor ao próximo, além do incentivo e estímulo ao desenvolvimento científico, transcendeu as fronteiras do Canadá e atingiu o mundo. Atualmente, a Federação Mundial de Hemofilia, conta com cerca de 90 países que, com a troca de informações, são beneficiadas pelo acesso facilitado aos avanços das técnicas e procedimentos no tratamento da Hemofilia.

Para os hemofílicos do mundo, a legitimidade desta data, está em reforçar a importância de trazer a público as questões relacionadas à Hemofilia, chamando a atenção das autoridades responsáveis e da sociedade civil como um todo para a nossa causa.

A hemofilia é um distúrbio hemorrágico congênito que afeta os homens. Estima-se que em todo o mundo cerca de 200 a 300 mil homens tenham a Hemofilia tipo A ou B. A doença é caracterizada como grave quando a atividade do fator de coagulação afetado é inferior a 1% da atividade normal. A hemofilia grave está associada a sangramento espontâneo – não é causado por nenhum trauma ou lesão. A doença é considerada leve quando a atividade do fator de coagulação relevante é superior a 5%, mas inferior ao normal.

Nesta data há que se elogiar os profissionais de saúde do Distrito Federal envolvidos no trabalho de atendimentos aos hemofílicos e aos portadores de esclerose múltipla. Sabemos que o tratamento da hemofilia evoluiu muito, com novas pesquisas, com o aperfeiçoamento dos profissionais de saúde e com o surgimento de novos medicamentos.

O Hospital de Apoio de Brasília, único do tipo na América Latina, vem distribuindo gratuitamente aos pacientes o medicamento “Recombinate”. Possuímos os melhores profissionais da área e distribuímos o melhor medicamento para o combate à hemofilia. O Hospital de Apoio é reconhecido pela Federação Internacional de Hemofilia como o melhor tratamento a pessoas que têm esta doença, no Brasil. Todos os anos o Centro Internacional de Treinamentos e Tratamentos de Hemofilia do Hospital de Apoio recebe médicos de várias partes do mundo. Apesar das dificuldades ainda existentes, temos muito a comemorar no dia de hoje.

É uma data para que as autoridades do Distrito Federal considerem tornar acessíveis a toda a população ações de saúde voltadas para minimizar danos e incapacidades para as pessoas portadoras de hemofilia. Dentre estas ações destacamos a necessidade de se prover o atendimento e acompanhamento diário, durante vinte e quatro horas, em serviços hospitalares e ambulatoriais, apoiados por especialidades médicas quando necessário; campanhas de esclarecimento e orientação sobre procedimentos destinados a minimizar danos e incapacidades; prover tratamento medicamentoso para aliviar ou minimizar os efeitos da hemofilia e, finalmente assegurar a distribuição de medicamentos mediante orientação e acompanhamento médicos especializados.

É indispensável que todos os hospitais da rede pública zelem pelo bem-estar e a saúde dos portadores da doença. E também deve ser tratado como prioridade que o hemofílico tenha não só uma equipe treinada e uma equipe formada por profissionais de várias especialidades, mas que ele também tenha acesso rápido à medicação.

No Brasil, o cartunista Henfil e seu irmão, o cientista social Betinho, entre tantos outros anônimos, foram vítimas deste tipo de ocorrência. Betinho afirmou que “a hemofilia produz dois tipos de pessoas: as que a aceitam e as que não a aceitam, que se revoltam e sofrem muito mais com a hemofilia, têm mais hemorragia, têm mais artrose. Cada hemofílico deve fazer sua escolha.”

Meus votos de uma Feliz páscoa para você e sua família

Postado por Agaciel em 1 abril 2010.

Feliz Páscoa

Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso pai celestial vos perdoará a vós. Mateus 6:14

A páscoa nos traz a ressurreição do nosso Salvador Jesus Cristo, filho de Deus, aquele que deu a sua vida pela nossa salvação.

Mas traz também a páscoa a renovação da vida, o nascimento de novos tempos, a vida com o perdão de Deus e sobretudo a reflexão para que nossos passos se mudem, que nossos passos se façam novos como na vida nova que o Cristo nos deu.

Feliz páscoa, são os votos de Agaciel Maia.

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