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O Senado e Seus Presidentes – Império e República

Esta obra vem preencher uma grande lacuna na biografia do pensamento político do país.

É realmente singular, como oportunamente assinalou o professor Arno Wheling, atual presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, pois esta obra “vem continuar a senda aberta pelo Barão de Javari que, com sua Organização e Programas Ministeriais, inaugurou as obras de referência sobre a evolução institucional do país.”

Prefaciado pelo acadêmico Marcos Vilaça, a obra contempla 58 perfis biográficos de todas as personalidades que ocuparam a presidência do Senado, tanto no período do Império quanto na República.

O livro inclui a crônica “O Velho Senado”, de Machado de Assis, pois é um texto que retrata fielmente não apenas o Senado no Império mas também toda uma época, com o estilo e as sutilezas que fazem de Machado de Assis o maior escritor de todos os tempos.

O livro contêm dezenas de fotografias e textos indicativos assinados pelo historiador Arno Wheling, presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, pelo eminente arquiteto Oscar Niemeyer. 293 páginas.

Você pode acessar o conteúdo do livro na íntegra:

Opiniões

Oscar Niemeyer escreveu sobre “O Senado e seus Presidentes – Império e República”

“Li com atenção este livro, importante pela forma inteligente com que caracteriza a personalidade dos que ocuparam a presidência do Sendo Federal. Agradou-me a maneira elegante com que Agaciel da Silva Maia foge à rotina, muitas vezes cansativa, que as biografias de uma maneira geral impõem, preferindo, numa linguagem direta e apurada, lembrar fatos que, pela sua singularidade, revelam o perfil humano de cada um deles.”

- Arno Wehling, presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro escreveu sobre “O Senado e seus Presidentes – Império e República”:

O Senado e seus Presidentes – do Império à República é trabalho que relaciona os Presidentes da instituição desde o Marquês de Santo Amaro, em 1826, até o ano de 2002. Fixa os principais dados biográficos dos titulares do cargo, destacando naturalmente o currículo político e o exercício da presidência daquela Casa legislativa.
Seu autor, o economista Agaciel da Silva Maia, possui larga vivência no Senado Federal, onde ingressou em 1977. Aí exerceu diferentes funções, como auditor, diretor executivo da Secretaria Especial de Editoração e Publicações e, desde 1995, Diretor Geral da Casa. exerceu também, ainda no órgão, a Presidência do Conselho de Administração. Na Assembléia Nacional Constituinte foi o diretor-responsável das publicações oficiais. Representou, ainda, o Senado no Conselho Consultivo da ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações.
Por sua ativação profissional durante os trabalhos da Assembléia Constituinte recebeu referências elogiosas de expressões do Legislativo, como Ulisses Guimarães e Afonso Arinos de Melo Franco.
O reconhecimento por sua atuação evidenciou-se, ainda, na cidadania honorária de diversas cidades e na recepção das Ordens do Mérito Aeronáutico, da Forças Armadas, do Judiciário militar e da Ordem do Rio Branco, do Itamarati.
Publicou, também, livros relacionados à vida parlamentar, como Os Trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte e Parlamentares do Rio Grande do Norte – Senadores (do Império à República) aos quais agora se acrescentam este livro.
O Senado e seus presidentes – do Império à República contribui para ressaltar aspectos importantes da história institucional do País, como o significado da própria casa legislativa e o de sua presidência.
O modelo de legislativo bi-cameral, introduzido pela constituição do Império e mantido pelas republicanas, à execução da de 1937, atribuiu papéis diversos à instituição, especialmente quando, em 1934, identificou-a a um “poder coordenador”, que lembrava o tatus do poder moderador do Império. Mas sempre deu-lhe uma posição preeminente no Estado brasileiro, a que a Casa soube corresponder ao longo de quase dois séculos, muitas vezes em conjunturas difíceis.
A Presidência do Senado, por sua vez, ocupada por expressões da vida nacional, teve ela própria pesos institucionais diferentes, quando, por exemplo, a Constituição de 1891 atribuiu ao vice-presidente da República a direção da casa.
Essas e outras variações do significado institucional do Senado e de sua organização do decorrer da história do Brasil podem ser percebidas no cuidadoso registro realizado pelo Dr. Agaciel da Silva Maia.
O presente trabalho, por todos os títulos meritório, continua a senda aberta pelo Barão de Javari, que com sua Organização e Programas ministeriais inaugurou as obras de referência sobre a evolução institucional do país.
O Senado Federal e os pesquisadores da história da casa merecem esta contribuição valiosa, que todos ficamos devendo ao autor.

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