Agaciel Maia Blog

Deputado Agaciel vai trabalhar para ampliar igreja São João Bosco

Postado por Agaciel em 5 dezembro 2011.

O deputado Agaciel Maia esteve reunido na manhã desta segunda-feira (05/12) com o pároco da Igreja São João Bosco, Padre Moisés, e o ex-administrador do Núcleo Bandeirante, Lino Neto, para tratar da ampliação da igreja são João Bosco, a primeira igreja católica do Distrito Federal, que guarda uma estreita história com o já falecido Padre Roque Viliati, que sempre será lembrado na história da cidade pelos trabalhos desenvolvidos na comunidade.

Aniversário de 55 anos do Núcleo Bandeirante

Postado por Agaciel em 5 dezembro 2011.

O deputado Agaciel Maia participou na manhã desta segunda-feira (05/12) da sessão solene em comemoração ao aniversário do Núcleo Bandeirante, que aconteceu no prédio da Administração Regional.

A cidade, que comemora, no próximo dia 19 de dezembro, 55 anos, é a mais antiga do Distrito Federal, construída, em 1956, para dar apoio à construção da nova capital.

“A população do Núcleo Bandeirante tem dois motivos para comemorar. É uma data importante e muitos que ainda vivem aqui são pioneiros. O segundo motivo é o fato de ter um administrar dinâmico, forte, que trabalha com afinco para trazer melhorias para a população do Núcleo Bandeirante”, disse o deputado Agaciel, lembrando que no decorrer deste ano direcionou mais de meio milhão para a cidade. “E estou aberto para trazer muito mais, em 2012, para a cidade”, disse.

Um pouco de sua história - O Núcleo Bandeirante é uma das localidades mais tradicionais do Distrito Federal. A área onde hoje se localizam o Núcleo Bandeirante, a Candangolândia (Velhacap) e o Museu Vivo da Memória Candanga (ex-Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira ou Hospital do IAPI) constituiu um dos principais núcleos anteriores à inauguração de Brasília. A Velhacap, posteriormente denominada Candangolândia, tinha função administrativa; o Núcleo Bandeirante, função comercial e o HJKO, função hospitalar.
No final de 1956, foram abertas as principais avenidas do Núcleo Bandeirante, mais tarde conhecida como Cidade Livre. Sua existência estaria limitada ao período da construção de Brasília (1956-1960). Os lotes foram cedidos em sistema de comodato, isto é, a escritura não era definitiva e deveriam ser devolvidos à Novacap no final de 1959. Para incentivar a vinda de comerciantes para a região a localidade também estava livre do pagamento de impostos. Daí a origem do nome Cidade Livre.

30 de novembro, Dia do Evangélico

Postado por Agaciel em 29 novembro 2011.

Dia 30 de novembro comemora-se o Dia do Evangélico. A data é comemorada nos diversos templos da capital e a ocasião fortalece o sentimento de solidariedade e amor ao próximo.

Somos todos irmãos, pois Deus criou o homem a sua imagem e semelhança. “Derramai Senhor sobre nós o teu espírito, para que juntos possamos construir uma perfeita união. Um para o outro, ambos para ti.”

Asfalto para os moradores do Morro da Cruz

Postado por Agaciel em 29 novembro 2011.

Com um vista privilegiada, o Bairro Morro da Cruz está num dos pontos mais altos da cidade de São Sebastião, localizado na antiga Estrada do Sal, por onde, na época dos escravos, chegava o sal, vindo do Nordeste.

No lugar, uma cruz foi colocada, o que deu origem ao nome do bairro e, até hoje, a cruz é um símbolo de grande valor para a comunidade.

A falta de pavimentação nas ruas é um dos grandes problemas enfrentados pelos moradores da região. Proposta do deputado Agaciel Maia fez com que as obras fossem iniciadas este mês e, agora, as ruas de barro e lama estão com os dias contados.

Confira os primeiros trabalhos iniciados na segunda quinzena de novembro.

Dia 17 de abril – Dia Internacional da Hemofilia

Postado por Agaciel em 16 abril 2010.

A rainha Vitória era uma portadora da Hemofilia

O dia 17 de abril foi escolhido para comemorar o “Dia Internacional da Hemofilia” por celebrar o nascimento do fundador da Federação Mundial de Hemofilia – Frank Schnabel. Nascido em 1926, portador de hemofilia A grave, Frank Schnabel lutou incansavelmente em prol da melhoria da qualidade de vida dos hemofílicos. Seu legado de dedicação e amor ao próximo, além do incentivo e estímulo ao desenvolvimento científico, transcendeu as fronteiras do Canadá e atingiu o mundo. Atualmente, a Federação Mundial de Hemofilia, conta com cerca de 90 países que, com a troca de informações, são beneficiadas pelo acesso facilitado aos avanços das técnicas e procedimentos no tratamento da Hemofilia.

Para os hemofílicos do mundo, a legitimidade desta data, está em reforçar a importância de trazer a público as questões relacionadas à Hemofilia, chamando a atenção das autoridades responsáveis e da sociedade civil como um todo para a nossa causa.

A hemofilia é um distúrbio hemorrágico congênito que afeta os homens. Estima-se que em todo o mundo cerca de 200 a 300 mil homens tenham a Hemofilia tipo A ou B. A doença é caracterizada como grave quando a atividade do fator de coagulação afetado é inferior a 1% da atividade normal. A hemofilia grave está associada a sangramento espontâneo – não é causado por nenhum trauma ou lesão. A doença é considerada leve quando a atividade do fator de coagulação relevante é superior a 5%, mas inferior ao normal.

Nesta data há que se elogiar os profissionais de saúde do Distrito Federal envolvidos no trabalho de atendimentos aos hemofílicos e aos portadores de esclerose múltipla. Sabemos que o tratamento da hemofilia evoluiu muito, com novas pesquisas, com o aperfeiçoamento dos profissionais de saúde e com o surgimento de novos medicamentos.

O Hospital de Apoio de Brasília, único do tipo na América Latina, vem distribuindo gratuitamente aos pacientes o medicamento “Recombinate”. Possuímos os melhores profissionais da área e distribuímos o melhor medicamento para o combate à hemofilia. O Hospital de Apoio é reconhecido pela Federação Internacional de Hemofilia como o melhor tratamento a pessoas que têm esta doença, no Brasil. Todos os anos o Centro Internacional de Treinamentos e Tratamentos de Hemofilia do Hospital de Apoio recebe médicos de várias partes do mundo. Apesar das dificuldades ainda existentes, temos muito a comemorar no dia de hoje.

É uma data para que as autoridades do Distrito Federal considerem tornar acessíveis a toda a população ações de saúde voltadas para minimizar danos e incapacidades para as pessoas portadoras de hemofilia. Dentre estas ações destacamos a necessidade de se prover o atendimento e acompanhamento diário, durante vinte e quatro horas, em serviços hospitalares e ambulatoriais, apoiados por especialidades médicas quando necessário; campanhas de esclarecimento e orientação sobre procedimentos destinados a minimizar danos e incapacidades; prover tratamento medicamentoso para aliviar ou minimizar os efeitos da hemofilia e, finalmente assegurar a distribuição de medicamentos mediante orientação e acompanhamento médicos especializados.

É indispensável que todos os hospitais da rede pública zelem pelo bem-estar e a saúde dos portadores da doença. E também deve ser tratado como prioridade que o hemofílico tenha não só uma equipe treinada e uma equipe formada por profissionais de várias especialidades, mas que ele também tenha acesso rápido à medicação.

No Brasil, o cartunista Henfil e seu irmão, o cientista social Betinho, entre tantos outros anônimos, foram vítimas deste tipo de ocorrência. Betinho afirmou que “a hemofilia produz dois tipos de pessoas: as que a aceitam e as que não a aceitam, que se revoltam e sofrem muito mais com a hemofilia, têm mais hemorragia, têm mais artrose. Cada hemofílico deve fazer sua escolha.”

13 de Abril – Dia do Hino Nacional – O som que emociona o Brasil

Postado por Agaciel em 13 abril 2010.

Sempre emociona se tocado em grandes ocasiões e, principalmente, quando os nossos atletas sobem ao pódio, elevando cada vez mais o nome de nosso país.

Você sabia?

Ele foi tocado pela primeira vez em 1831 e só em 1909 ganhou a letra de Joaquim Osório Duque Estrada.

Em 300 anos de história, o Brasil, a rigor, não teve hino algum que fosse seu. Também em Portugal, até o século XVIII, só se cantava o Hino do Rei, que era mudado toda vez que morria um monarca. Pois o Brasil, mesmo depois de sua independência, por nove anos viveu sem hino.

A história do Hino Nacional Brasileiro é pouco divulgada e geralmente se limita a uma breve referência aos autores da letra e da música. No entanto, ela é riquíssima e reflete os momentos mais importantes de nossa História. O hino brasileiro nasceu ao calor das agitações populares, num dos momentos mais dramáticos de nossa História, quando a independência do Brasil vacilava em razão dos desmandos autoritários do mesmo soberano que a proclamara. Para comemorar a abdicação de D. Pedro I, forçada pelo clamor dos patriotas, Manuel da Silva (discípulo de José Maurício e, por algum tempo, de Segismundo Newkomn) refez o hino, que criara em 1822, para saudar nossa emancipação política e que se transformou num grito de rebeldia da Pátria livre contra a tutela portuguesa.

Por mais incrível que pareça, durante quase um século, o Hino Nacional Brasileiro foi executado sem ter, oficialmente, uma letra. As muitas tentativas de acrescentar um texto à música não vingaram. Os versos não eram bons: os primeiros, carregados de ressentimentos, insultavam os portugueses; os outros pecavam pelas bajulações ao soberano reinante. Assim, a composição de Francisco Manuel da Silva – uma marcha destinada à consagração do hino – só em 1909 recebeu uma letra definitiva. E apenas em 1922, finalmente completa, foi oficializada como Hino Nacional Brasileiro.

Segundo Luís Heitor de Azevedo Correia, o Hino Nacional Brasileiro foi cantado pela primeira vez no cais do Largo do Paço (ex-cais Faroux, atual Praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro), executado entre girândolas de foguetes e vivas entusiásticos, quando da partida de D. Pedro I. Portanto, em 13 de abril de 1831.

Uma letra para o Hino Nacional

Somente em 1906, Coelho Neto propôs à Câmara dos Deputados que fosse dado ao Hino Nacional um só poema, proposta esta que só se concretizou 16 anos depois. Assim a letra definitiva do Hino Nacional foi escrita em 1909, por Osório Duque Estrada. Porém só foi oficializada por Epitácio Pessoa em 1922, às vésperas do 1º Centenário da Independência. Por ter sido originalmente criada para execução em orquestra, a música foi adaptada para também poder ser cantada.

Todas as Pátrias têm sua Bandeira e seu Hino, que são sagrados. O Hino Nacional Brasileiro constitui, por sua significação histórica, um símbolo Nacional.

Sua música foi feita pelo maestro Francisco Manuel da Silva (1795-1865), quando D. Pedro I abdicou, sendo cantado pela primeira vez, com outra letra, em 13 de abril de 1831, num ambiente exaltado para comemorar a vitória dos patriotas brasileiros. O hino exprimia então a independência e a liberdade.

Mais tarde, em 1840, na coroação de D. Pedro II, foi cantada outra vez, com letra referente ao fato, significando a esperança dos brasileiros em ver a Pátria unida e livre das guerras entre irmãos. Depois, na Guerra do Paraguai, é ainda a mesma música que enche os campos de batalha, encorajando os brasileiros a enfrentar a luta.

Quando se proclamou a República, vários hinos foram apresentados, em concurso, para a escolha do Hino de nossa Pátria. E a música de Francisco Manuel foi consagrada como o Hino Nacional Brasileiro.

Em 1922, no ano do centenário de nossa Independência, foi adotado com a letra do poeta, professor, crítico literário, integrante da Academia Brasileira de Letras e jornalista carioca Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927), vencedor de um concurso público para a escolha da letra.

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