Agaciel Maia Blog

Sessão solene outorga título de cidadão honorário a pioneiros de Brasília

Postado por Agaciel em 1 dezembro 2011.

 

 

Por indicação do deputado Agaciel Maia, a Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou na noite desta quinta-feira (01/12) sessão solene de outorga de título de cidadão honorário de Brasília.

 

 

  

 

 

 

 

 

 

A cerimônia aconteceu no plenário e homenageou Henriqueta Vasquez Araújo e Manoel Dias Quixadá, que receberam o certificado das mãos do deputado Agaciel.

 

  

 

 

  

 

 

Manoel Dias, 72 anos, casado, pai de cinco filhos e com três netas, emocionado, agradeceu a homenagem e lembrou um pouco de sua história em Brasília. “Nos primeiros dias de 1961, vindo de Nova Russas, no Ceará, após nove dias de viagem em caminhão pau-de-arara, cheguei a Brasília. Trabalhei na Novacap, na antiga Procuradoria de Justiça e, por decreto presidencial, fui transferido para o Ministério Público, onde fiquei por muitos anos”, contou, lembrando que faz parte da história de Brasília. “Participei do primeiro desfile de carnaval da nova capital, do primeiro baile de carnaval no Teatro Nacional e do primeiro campeonato de futebol”. (mais…)

Parabéns Servidor Público pelo seu dia

Postado por Agaciel em 28 outubro 2011.

                 

Hoje, 28 de outubro, comemora-se o Dia do Servidor Público. A data foi instituída no governo do presidente Getúlio Vargas, através da criação do Conselho Federal do Serviço Público Civil, em 1937.

Em 1938 foi fundado o Departamento Administrativo do Serviço Público do Brasil, onde esse tipo de serviço passou a ser mais utilizado.

As leis que regem os direitos e deveres dos funcionários que prestam serviços públicos estão no decreto nº 1.713, de 28 de outubro de 1939, motivo pelo qual é o dia da comemoração desse profissional.

Aproveito para parabenizar a todos aqueles, que assim como eu, prestam serviços a este país com determinação e empenho.

Comida para os terceirizados

Postado por admin em 20 julho 2011.

Deputado Agaciel Maia apoia benefícios aos trabalhadores

Tem gente querendo torpedear projeto apresentado pouco antes do recesso parlamentar pelo distrital Agaciel Maia para tornar obrigatório o pagamento de auxílio alimentação aos funcionários das empresas prestadoras de serviço contratadas pelo governo do Distrito Federal, inclusive na administração indireta. Pelo projeto, que já foi para a Comissão de Assuntos Sociais, esse auxílio será equivalente a 5% do salário mínimo por dia trabalhado. Traduzindo: não vale entregar uma quentinha aos pobres coitados, nem fazer um desembolso simbólico.

NADA DE QUENTINHA

Se aplicado o projeto de Agaciel, acaba aquela história de se ver a turma que capina os gramados ou limpa os meios-fios toda acocorada junto à área em que trabalha, comendo uma refeição fria. A empresa prestadora de serviços, quase sempre terceirizada, terá de pagar a turma em dinheiro ou cartão de benefício. Se fosse hoje, cada terceirizado receberia R$ 27,25 por dia trabalhado.

Fonte: Coluna do Alto da Torre, do Jornal de Brasília

Diga não ao racismo

Postado por Agaciel em 5 julho 2010.

Somos todos iguais, e não podemos nos diferenciar pela cor da pele

Fala-se muito sobre ações afirmativas. Mas é preciso entender o que significam tais ações para boa parte da população afrodescendentes brasileira. Em 2001, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira universidade a implantar o sistema de cotas para viabilizar o acesso ao ensino superior através de seu exame vestibular. Nesses oito anos, dezenas de outras universidades públicas e privadas alteraram seus exames seletivos para incorporar os critérios raciais – em muitos casos aliados a critérios de renda – no acesso à universidade, permitindo incorporar efetivamente um maior número de estudantes negros ao ensino superior.

Em 2004, por meio da criação do Programa Universidade para Todos (Prouni), o governo federal iniciou um grande programa de inclusão de estudantes negros ao ensino superior, que concede bolsas de estudo a alunos negros, indígenas e de menor renda – entre outros grupos – que ingressem em instituições de ensino superior privadas. É já comprovado que o Prouni resultou em inclusão numérica significativa de estudantes que há bem pouco tempo talvez nem considerassem minimamente factível a possibilidade de ingressar no ensino superior.

Resultados decepcionantes

É bem conhecida a dificuldade dos estudantes negros ingressarem no ensino superior, principalmente nas universidades públicas. E não se trata de questões falaciosas como inteligência inferior ou mesmo desinteresse para com a própria educação e o aperfeiçoamento profissional. É, sim, resultante da colheita de muitas desvantagens que vitimaram estes indivíduos ao longo de sua vida. Existe aqui um componente histórico (e grave) de exclusão social. A aplicação de uma política de cotas para universidades públicas pode ser entendida como sinalização bastante positiva para alterar este quadro. Por outro lado defender a inutilidade das cotas ou simplesmente sua extinção significa o mesmo que apostar na manutenção do status quo: pessoas historicamente marginalizadas, excluídas, continuarão a não ter acesso a escolas de qualidade e, em conseqüência, estarão sumariamente excluídas de empregos com boa remuneração.

Antes de tudo devemos ter em consideração que a ciência tem buscado exaustivamente definir as raças que compõem nossa espécie. Após reconhecer que medir o diâmetro de crânios, braços, pés constituíam trabalho muito complicado para a definição de uma raça, com o progresso da genética os antropólogos observaram que através de algumas gotas de sangue era possível referenciar as coleções de genes, mas chegaram à conclusão que existem quatro grupos sanguíneos e esses quatro grupos se encontram em todo e qualquer grupo racial.

Posteriormente foram definidos outros sistemas: Rhesus, MNSs, Duffy, Diego, GM e ainda o HL-A. Utilizando todos esses sistemas, os cientistas chegaram à conclusão que devido à multiplicidade de informações recolhidas a classificação em grupos homogêneos tornava-se extremamente difícil. A opção então recai para o método estatístico, segundo os genes que são específicos de cada grupo. Chegamos ao ponto: sendo a cor negra característica da raça negra, buscaram-se então os genes “marcadores” responsáveis pela cor da pele. Os resultados foram também decepcionantes: os genes não são específicos a uma ou duas raças e as conclusões apontaram para o fato de que todas as populações têm mais ou menos os mesmos genes.

Diversidade humana

Chegam então os biólogos e imaginam uma medida chamada “distância genética”. Esta distância é tanto maior quanto maior for a diferença entre os patrimônios genéticos de duas ou mais populações comparadas. A conclusão é clara: a humanidade não pode ser classificada em raças pela simples comparação dos patrimônios genéticos, chegando François Jacob, prêmio Nobel de Biologia, a afirmar categoricamente: “O conceito de raça é, para nossa espécie, não operacional”. Jacob não fica solitário nessa declaração. O duplamente premiado com o Nobel de Medicina e de Psicologia Jean Dausset declara que “a idéia de `raça pura´ é um contra-senso biológico.”

Se considerarmos a afirmação de muitos expoentes da ciência, de que não existem raças, no entanto, temos que conviver com este pernicioso defeito de nossa civilização: o racismo existe! É patético então encontrar alguém racista, se não existem meios científicos que elabore a distinção de raças? O geneticista e escritor francês Albert Jacquard afirma que “na verdade, temos medo do desconhecido, de encontrar alguém que não seja nosso semelhante, este medo, por sua vez, transforma-se em agressividade e ódio e assim nasce o racismo”. Fruto do medo e do ódio aos que achamos ser nossos “dessemelhantes”. E a cada vitória do medo e do ódio corresponde uma derrota para a Humanidade como um todo. Aliás, é bom reter a lição do físico Albert Einstein que, ao preencher o formulário da imigração nos EUA, escreveu “raça humana”.

E no Brasil de 2010, um país urbano, ainda podemos encontrar, em alguns cadernos de classificados dos grandes jornais, anúncios do tipo: “Moça branca oferece serviços como auxiliar de escritório”.

A verdade é que a luta contra o preconceito racial precisa ser encarada. É uma luta a favor do respeito aos direitos humanos. É uma luta por justiça. E o primeiro passo é reconhecer que o preconceito de cor existe, coisa que bem poucos assumerm. Finalizo ressaltando duas questões de uma pesquisa realizada pela antropóloga Lilia Schwarcz, autora de O Espetáculo das Raças:

(1) “Você é preconceituoso?”, 99% responderam “não”; e (2) “Você conhece alguém preconceituoso?” 98% responderam “sim”.

Enchentes no Nordeste: é necessaria a solideriedade do governo e dos brasileiros

Postado por Agaciel em 29 junho 2010.

Os estados afetados precisam, e merecem, de nossa solidariedade

País essencialmente generoso por natureza com um povo que não deixa de ajudar ao próximo, vive o Brasil nos dias de hoje uma tragédia ambiental na região mais sofrida de seu território, o nordeste, e por ironia do destino, causada por chuvas.

Região conhecida e sofrida pelas secas vive neste momento as agruras de uma enchente sem precedentes que assola os estados do Pernambuco e Alagoas, onde muitas vidas foram ceifadas e milhares de desabrigados e desalojados surgem a cada dia que aparece, aumentado não só os números mais a perplexidade de todos nós.

Para se ter uma idéia, até 17 de junho caíram nos dois estados 320mm de água, número muito superior ao esperado para a região.

Em Alagoas, 26 municípios foram atingidos, sendo que 15 se encontram em estado de calamidade pública, 3 em situação de emergência com 26.441 desabrigados, 47.687 desalojados, além de 29 óbitos.

Em Pernambuco 54 cidades foram atingidas, 30 estão em situação de emergência, 09 em estado de calamidade pública, 17.809 pessoas estão desabrigadas, 25.552 desalojadas além de 13 mortas, segundo dados da Secretaria Nacional de Defesa Civil.

União dos Palmares em Alagoas foi o município mais atingido até agora com 55 mil pessoas atingidas diretamente e 9.000 desabrigados.

Murici, cidade também alagoana possui o maior número de desalojados com 10.000 pessoas até o momento.

Diante desse quadro devastador, temos a necessidade de enviar a esses estados colchões, toalhas de rosto e banho, cobertores, travesseiros, lençois e fronhas, além de alimentos não perecíveis e água potável.

Neste momento em que todo o povo brasileiro se volta para a jornada esportiva na África do Sul, é necessário também que voltemos nossas atenções para nossos irmãos nordestinos que sofrem neste momento com esse desastre natural que ali ocorre.

O povo deve se organizar para enviar aos necessitados do Pernambuco e Alagoas víveres e calor humano, mas cabe também ao Governo Federal fazer a sua parte autorizando a liberação de recursos para a reconstrução de cidades atingidas pelas enchentes.

É preciso que nos organizemos e encaminhemos aos nossos irmãos a ajuda necessária para diminuir a dor e o sofrimento de nossos nordestinos muitas vezes nossos conterrâneos que sofrem calados e em muitos casos assim permanecem mesmo tendo necessidade.

É hora de mudança, é hora em que todos devemos nos juntar para ajudar aos nossos patrícios.

Aqui no Distrito Federal é preciso que se faça uma corrente de solidariedade para atender as necessidades de alagoanos e pernambucanos e essas ações devem partir de todos nós.

Vamos juntos fazer uma corrente pra frente para ajudá-los enfrentar mais esse castigo àquele povo forte e heróico amenizar tamanho flagelo.

Como disse, é hora de mudanças, e mudanças só chegam até nós com atitudes.

A homofobia e seus caminhos

Postado por Agaciel em 23 junho 2010.

A orientação sexual dos indivíduos deve ser respeitada por todos nós

A intolerância dos seres humanos muitas vezes leva a prática de atos e comportamentos nocivos à sociedade que somente a norma jurídica pode debelar.

Vivendo no século XXI, assistimos nos dias de hoje crime de ódio, um preconceito, ojeriza e aversão aos que tem uma condição sexual.

A esse comportamento é dado o nome de homofobia que, em muitos casos e em certos indivíduos, leva a prática de delitos contra a pessoa somente comparados aos crimes praticados na idade média, em que se perseguiam homossexuais e outros setores organizados.

O cidadão deve ser respeitado por todos nós enquanto membros da sociedade Brasileira, e por conseguinte buscar o respeito e dar oportunidade como a qualquer outra pessoa dita homossexual ou heterossexual , vez que vivem com direitos e deveres como todos os membros da comunidade.

O que caracteriza a homofobia é justamente o medo o ódio irracional e a repulsa aos homossexuais, o que não se justifica, principalmente nos dias atuais, onde a liberdade e respeito ao ser humano devem imperar como fator de paz e harmonia social, para assim garantir uma qualidade de vida melhor a todos.

É preciso criar mecanismos que possam fornecer ajuda institucional, dignidade, saúde, emprego e moradia à todos, vez que esses cidadãos LGBTs fazem também partem de nossos grupos comunitários e vivem como todos nós.

É necessário haver mudança à intolerância que chega a ser pregada por alguns radicais para que a homofobia não ultrapasse seus limites e se chegue ao heterossexismo que é o termo recentemente usado para a opressão que suprime os direitos de Lésbicas, Gays Bissexuais Travestis e Transexuais, descrevendo uma atitude mental que categoriza como inferiores as pessoas que tem uma condição sexual.

No Brasil a legislação é omissa nos casos de desrespeito e crimes de ódio contra pessoas por conta de sua orientação sexual.

O que ocorre é a falta de políticas públicas urgentes que leve esse seguimento a serem respeitados, porquanto existem profissionais da mais alta competência e sucesso entre os homossexuais que não são reconhecidos e são maltratados e violentados em todos os aspectos um gay um travestir é assassinado a cada dois dias no Brasil.

Necessitamos diminuir os índices de violência praticados contra essa parcela da população, vez que são comuns a prática de atos atentatórios à integridade física de Gays, Lésbicas Bissexuais,Transexuais e Travestis e o Brasil é tido como o mais violento país do mundo quando o assunto é homossexualidade.

Felizmente algo de novo começa a mudar no horizonte, e começa justamente pelo nordeste, região tida como nascedouro do “cabra-macho”, já temos na Paraíba e no Maranhão, delegacias especializadas em crimes homofóbicos e outras unidades federativas deverão seguir esses exemplos dos nordestinos.

Entretanto é pouco para o que se pode fazer em termos de cidadania, de respeito para a construção de um país laico.

É hora de mudanças, e podemos todos nós pensar em mecanismos que ao invés de incitarem o ódio, a intolerância e a violência, mostrem que o amor ao próximo como a si mesmo é o novo caminho que surge no horizonte.

Saber Político: Frases de Rui Barbosa (Parte 3)

Postado por Agaciel em 23 junho 2010.

Rui Barbosa

A mais triste das vidas e a mais triste das mortes são a vida e a morte do homem que não tem coragem de morrer pelo bem, quando por ele não possa viver.

A palavra numa atmosfera eletrizada adquire estranha sonoridade, lampeja, deflagra, atroa, fulmina.

A pátria é a família ampliada.

A política é que transformou o direito privado, revolucionou o direito penal, instituiu o direito constitucional, criou o direito internacional. É o próprio viver dos povos, é a força ou o direito, é a civilização ou a barbaria, é a guerra ou a paz.

A política não é esse jogo de intriga, da inveja e da incapacidade, a que entre nós se deu a alcunha de politicagem.

A primeira condição do sistema representativo é que o parlamento seja independente, e nós somos governados por um parlamento cada vez mais servil.

Aprendamos na injustiça de que fomos vítimas, a não a fazer aos nossos semelhantes.

As contradições de um homem com o seu passado não incorrem justamente em censura, senão quando caminha do bem para o mal, da verdade para o erro.

As formas não convertem os homens. As leis não destroem os costumes.

As injúrias dos malévolos são a primeira recompensa dos que defendem a verdade.

As leis são um freio para os crimes públicos; a religião, para os crimes secretos.

Atrás da anonímia se alaparda a covardia, se agacha o enredo, se ancora a mentira, se acaçapa a subserviência, se arrasta a venalidade.

Com a mesma continuidade com que devora as noites do homem ocupado e as do ocioso, os milhões do opulento e as migalhas do operário, o jogo tripudia uniformemente sobre as sociedades.

Crime é a presunção contra a qual não se tolera defesa nas sociedades oprimidas e acovardadas.

Das crises que pelo Brasil estão passando e dia-a-dia sentimos crescer aceleradamente: política, econômica, financeira, não vêm a ser mais que sintomas, exteriorizações parciais, manifestações reveladoras de um estado profundo: uma suprema crise moral.

Das desgraças onde naufragam a honra e o dever, em todas as classes sociais, não há origem mais frequente que o jogo.

De quanto no mundo tenho visto, o resumo se abrange nestas cinco palavras: não há justiça sem Deus.

De todas as liberdades é a imprensa a mais necessária e a mais conspícua; sobranceia e reina entre as mais.

Desconfiai dos rótulos que mentem, meus amigos, e habilitai-vos a contrastar a mercadoria com o critério vivo do vosso bom-senso.

Deus me livre de que, na conta à minha consciência, pudesse eu arguir algum dia a mim mesmo da covardia de emudecer.

Do mal em política, muitas vezes nasce o bem; da violência, o direito.

É pelo contacto dos fatos, das coisas, dos homens, que nós aprendemos todos os dias, melhoramos, e todos os dias reformamos as nossas idéias.

Em cada processo com o escritor comparece a juízo a própria liberdade.

Em política é a mesma coisa que em religião: o essencial não é estar na profissão do credo, mas na prática das obras.

Cotas raciais nas universidades

Postado por Agaciel em 19 junho 2010.

O sistema de cotas raciais na UnB demonstrou-se extremamente eficiente

O sistema de cotas raciais implantado na Universidade de Brasília no ano de 2004, tem demonstrado ao longo dos anos quão eficiente é o sistema que quando de sua implantação causou tanta polêmica.

Estudos realizados por uma professora da própria UnB e um professor de universidade norte americana entre os anos de 2002 e 2005 agora divulgados mostram que o sistema é vencedor em vários aspectos.

Tal estudo consultou 40% dos estudantes da universidade, incluindo aí cotistas e não cotistas e demonstrou que hoje em dia a aceitação a ele é grande, se comparada principalmente à época de sua implantação.

Quando da implantação do sistema de cotas, dizia-se pelos quatro cantos da universidade, que a qualidade dos profissionais formados pelo sistema de cotas seria inferior aos que ingressariam na universidade pelo sistema convencional, e, ao longo do tempo, a pesquisa veio demonstrar exatamente o contrário.

Alunos que ingressaram ao ensino superior através das cotas raciais, tem tido um bom desempenho curricular, e suas notas não são inferiores aos dos outros estudantes, isso demonstra claramente que o desenvolvimento do aluno se dá por ele mesmo.

O aluno ao iniciar os estudos inseridos na grade curricular, passa a ter a responsabilidade pessoal de terminar os seus estudos, ou seja, é ele o responsável ou não pelo seu sucesso a partir dali, e isto não é medido por cotas raciais ou não, sejam eles brancos ou negros, o que importa é o interesse pessoal de cada um.

Além dessa característica demonstrada o estudo também comprovou que a partir de sua implantação, muitos dos estudantes assumiram sua posição racial e assumiram a sua identidade étnica.

Outra característica interessante é que o estudo mostrou que os cotistas passariam no vestibular convencional, por estarem acima das notas de corte da universidade.

A partir daí, fica demonstrado então que o que vale mesmo é o interesse pessoal de cada um, a vontade de vencer na vida e aproveitar a oportunidade que lhe é dada.

Agora , temos que estar atentos quando esses jovens adentrarem no mercado de trabalho, mas, somente com adoção de políticas públicas que efetivamente ajudem os jovens no início de suas carreiras é que poderemos ter os profissionais bem qualificados para executar bem a sua profissão.

E essas oportunidades devem partir do Estado, devem partir do governo através de projetos que incentivem o jovem trabalhador a desempenhar bem o seu papel profissional na sociedade, sendo eles negros ou brancos, índios ou amarelos.

Cabe ao Estado oferecer as condições mínimas necessárias para o ingresso desses jovens no mercado de trabalho, porquanto já se faz provado de que as cotas raciais ao invés de criar animosidade dentro da Universidade de Brasília, trouxe novos horizontes a muitos e fez com que muitos dos seus críticos se calassem diante dos números que ora se apresentam.

Agricultura familiar

Postado por Agaciel em 19 junho 2010.

Responsável por grande parte da produção do DF, a agricultura familiar sustenta mais de 4.500 famílias

Base que alicerça a todos, a família é que nos traz a força necessária para suportarmos as agruras que surgem diante de nós, bem como colher os bons frutos que aparecem em nossas vidas.

Assim, como não poderia deixar de ser, e para nossa subsistência é a agricultura familiar, responsável por grande parte da produção de hortifrutigranjeiros que no Distrito Federal dão sustentação a mais de quatro mil e quinhentas famílias.

Neste domingo (20/06) encerra-se na Concha Acústica a 7º Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que como diz o próprio nome, apresenta o produto da agricultura familiar.

No DF, apesar dos bons resultados nesse campo, o Estado não dá condições para que esse tipo de trabalho seja desenvolvido com a devida importância.

Vemos que o que falta mesmo é um incentivo por parte do Estado para que essa parcela produtiva possa desempenhar com maior eficiência e produtividade esse trabalho que já trás bons resultados em todo país.

Sendo um dos maiores produtores da chamada agricultura familiar do país, já não é sem tempo que o GDF faça algo para minimizar os problemas dos pequenos agricultores responsáveis por grande parte do abastecimento local de hortaliças, grãos e outros produtos.

No DF, existem apenas duas cooperativas e, ao que parece, não existe um incentivo para que esses trabalhadores/produtores se organizem visando um lucro e produtividade maior.

Com um movimento esperado de cerca de R$ 6 milhões em negócios na feira que ora se realiza, é preciso que se crie políticas de incentivo para esses pequenos produtores, e isto só pode ser feito com boa vontade do governo local e até mesmo do federal que poderá investir abrindo linhas de crédito, financiando máquinas e outros equipamentos que irão incrementar ainda mais a produtividade.

Não é possível desprezar um público de cerca de 100 mil pessoas num evento de apenas cinco dias, uma quantidade de pessoas dessa, mostra a força de nossa agricultura familiar, aquela que produz em pequena quantidade, mas com a qualidade suficiente para que o consumo seja alto e de rentabilidade

É a nossa vontade, que esse tipo de atividade seja bem explorado por moradores do DF em cidades como Brazlândia, São Sebastião, Sobradinho, Planaltina, Taguatinga, Gama, enfim, nas mais diversas regiões administrativas onde existe a exploração da agricultura familiar.

Com incentivo, certamente a produção irá melhorar, famílias terão uma maior rentabilidade e o brasiliense com certeza terá uma mesa mais farta por preços mais módicos.

Bom para todos os seguimentos da sociedade, a agricultura familiar no DF apesar de ser uma das melhores do país com certeza muito tem a melhorar com a criação de condições favoráveis ao seu implemento.

Corações na ponta da chuteira

Postado por Agaciel em 15 junho 2010.

Boa sorte Brasil!

Hoje é dia de brasileiro!

Hoje é dia de estréia no mais importante evento esportivo mundial, o Brasil se prepara todo para ver a seleção canarinho dar o chute inicial para a conquista de mais um campeonato mundial de futebol.

Acostumada a vencer copas do mundo, somos a seleção com o maior número de conquistas, estamos todos na expectativa de fazermos uma excelente apresentação frente ao time da Coreia do Norte e deixarmos para trás a ansiedade natural de todo começo e partirmos para o tão sonhado sexto título mundial do esporte bretão.

O Brasil começou a colecionar títulos nos idos de 1958, quando o time comandado por Vicente Feola encantou o mundo e disputou a partida final contra a Suécia na final em que venceu por 5 x 2, competição que marcou para o mundo o surgimento do Rei do Futebol, o adolescente Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

Em 1962, o Brasil se deslocou até o Chile para participar de mais uma competição organizada pela Fifa, oportunidade em que venceu o seu segundo campeonato mundial, quando teve como destaque as figuras dos atletas Garrincha, Zagallo e Nilton Santos, entre outros.

A partida final foi disputada contra a seleção da Tchecoslovaquia e o Brasil venceu pelo placar de 3 x 1 e a equipe bi-campeã do mundo teve como técnico Aymoré Moreira.

Depois de um fracasso em 1966, com contusão do principal astro do time, Pelé, o Brasil viajou para o México em 1970 visando participar da Copa do Mundo naquele país como franco favorito.

O time primeiramente convocado por João Saldanha, foi na competição treinado pelo bi-campeão Zagallo, agora técnico da seleção.

No México, brilharam as estrelas de um time inesquecível formado por craques que provavelmente jamais veremos jogar juntos novamente, nomes como Pelé, Tostão, Rivelino, Clodoaldo, Jairzinho e outros deram ao Brasil a alegria e o sorriso que alguns haviam perdido nos chamados anos de chumbo, o time na realidade encantou a todos e não somente os brasileiros, e naquela ocasião o mundo se rendeu ao talento do melhor futebol do mundo, o brasileiro.

A partir do México, um grande jejum de conquistas da Copa do Mundo chegou à seleção canarinho, e aí, somente em 1994, com um time comandado pelo técnico Carlos Alberto Parreira, teimoso que só, resolveu convocar o craque de então, Romário, somente na última partida brasileira das eliminatórias para a Copa que seria realizada nos Estados Unidos.

Romário foi e se deu bem, fez um belo campeonato e, ao lado de jogadores como Bebeto, Mauro Silva e outros, sagraram-se campeões do mundo novamente, numa partida final contra o time italiano que perdeu para o Brasil nos pênaltis.

Participante de todas as Copas do Mundo, o Brasil chegou à copa realizada na Coreia do Sul/Japão com um futebol pouco vibrante, mas comandado pelo turrão Luiz Felipe Scolari. Jogadores como Ronaldo e Rivaldo destacaram-se no time burocrático de Felipão e venceram as sete partidas disputadas, sagrando-se o único time pentacampeão do mundo.

A final deu-se entre os times do Brasil e Alemanha, tendo como principal jogador daquela partida Ronaldo, o Fenômeno que marcou dois gols.

Agora as atenções de todos os brasileiros se voltam para o time de Dunga, capitão do time campeão de 1994 nos Estados Unidos, que com sua teimosia levou um time de jogadores basicamente residentes no exterior, deixando de fora alguns medalhões como Adriano e Ronaldinho Gaúcho, além dos garotos Neymar e Ganso.

Mas, para nós brasileiros, técnicos experientes que somos, a copa do mundo começa hoje e com certeza, mesmo não concordando com a convocação feita pelo “professor” Dunga, estaremos em frente aos televisores esperando mais um campeonato mundial para o time canarinho que nos alegrou em todas as edições da Copa do Mundo.

Vamos todos juntos, com os corações na ponta dos pés torcer por mais um campeonato mundial de futebol.

Força Brasil!

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